Como não existe nenhum exame específico para detectar a doença, o diagnóstico usa critérios clínicos.

Inicialmente, o paciente precisa apresentar parkinsonismo ou síndrome parkinsoniana, que é lentidão dos movimentos, ou rigidez muscular ou tremor de repouso.

Ao ter algum desses indicativos, a pessoa é submetida a exames que vão excluir outros quadros que podem causar tais sinais — alguns medicamentos e até mesmo traumas ou infecções virais podem provocar esses sintomas.

Por fim, são avaliados outros critérios, entre os quais a resposta aos fármacos.

O paciente diagnosticado com Parkinson deverá contar com o acompanhamento conjunto de uma equipe multidisciplinar de saúde, coordenada pelo neurologista, para encontrar um plano de tratamento que ofereça o maior alívio dos sintomas e com menos efeitos colaterais possíveis.

Se não for tratada, a doença piora até a pessoa se tornar completamente inválida.

O Parkinson pode levar à deterioração de todas as funções cerebrais e à morte prematura.

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